Dançarina's posts with tag: liberdade

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Blog EntrySilêncio produtivo!Jun 13, '08 2:50 PM
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Eu ando meio fora daqui por motivos muito bons! Resolvi abandonar conversas sacais de msn e arregaçar as mangas numas coisas aí.Estou produtiva, ansiosa, feliz como mãe que pariu um filho com saude!

Neste momento em que eu sou mais eu, a vida anda junto com as ideias, tudo está em comunhão.

Tô feliz!


Blog EntryShuvaniFeb 18, '08 4:37 PM
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Muitas coisas têm acontecido e eu ando completamente confusa e o pior, eu ando sme medo.Geralmente qdo cosias acontecem de anormais, de diferentes , que nos tiram do trilho da vida, é comum a sensação de medo.Pois sabe-se lá o pq, eu estou sem medo. Deuses,, descobertas, sensações novas ou sensações velhas que eu nunca tive coragem de admitir, assimilar e aceitar aí sim, por medo. Faces minhas que sempre existiram mas por não me achar merecedora, mascarava, escondia.

 

Aquele pio de coruja em cima do meu telhado têm feito cosias durante as minhas noites de insônia. Reúno em mim a força que nunca imaginei poder ter e não mais tenho medo dela e da possibilidade que ela trás. Mesmo que u ainda não saiba que nome tem e o que fazer, mesmo assim, o medo não reina aqui. Caso algum Deus resolva me seqüestrar... talvez eu vá de bom grado. Tudo é possibilidade e silencio. O silencio da espera, da espera muda e confortável, não há pressa.

 

Sábado voltei a  dançar e pela primeira vez , não me cobrei perfeição, não me cobrei nada, dancei e ponto final. Sabe o que eu dancei?Não foi dança cigana, nem dança do ventre, não foi tango e nenhuma tragédia. Foi simplesmente a minha dança, a dança que ninguém vai ter aulas para aprender como se faz pq ela só pode sair da minha alma e isso não dá pra ensinar.Acreditei que sou capaz de fazer uma cosia só minha,única como um eclipse solar, como uma estrela cadente, única e minha. Cada vez que eu dançar vais er assim, sem passos aprendidos de professora para professora, sem passos com nomes e significados; apenas um corpo bailando  e vagando num mundo que é só meu. Eu simplesmente consegui ir para aquele lugar que é só meu e de lá trazer tudo que sou no movimento do corpo.

 

A alegria de ver muitas mulheres a minha volta, prestando atenção no que eu queria dizer através do movimento, fazendo saber que eu sou aquela que elas realmente estão vendo, uma cosia simples e bonita. Sim, eu realmente me senti bonita, me senti calma e em paz com tudo. Foi como se eu tivesse atingido a consciência dos Deuses, estado lá com Eles e com Eles repartido algo de eterno.Lá todas as musicas tocam e ao mesmo tempo o silencio reina.

 

Lá é o meu lugar, aquela sou eu, não mais o reflexo no vidro da janela. A Dançarina Silenciosa, sou eu de verdade.Foi um momento sagrado que eu reparti com as mulheres de uma tribos que dança e sorri. Porque eu sou uma mulher da tribo e um dia eu vou voltar para lá.


Blog EntryO Diabo veste o que?Feb 15, '08 10:53 PM
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Dir-se-á que, através das atividades de Satanás, nós seres humanos, fomos expulsos do Éden da obediência instintual e da natureza animal a fim de podermos cumprir o destino de nossa natureza especificamente humana. E agora, tendo provado do conhecimento do bem e do mal, enfrentamos, para todo o sempre, a responsabilidade da escolha moral. Já não somos capazes, como crianças obedientes, a permanecer seguramente dentro dos limites de um código superposto de ética. Estamos segundo Sartre, “condenados a ser livres”.

 

Sem liberdade para escolher, não pode haver moral verdadeira. O fato é que a maioria dentre nós tem hoje mais escolha livre do que supomos; muitos, porém, ainda inconscientemente aprisionados dentro de mores culturais, recusam-se a aceitar a responsabilidade da escolha moral. A maioria simplesmente não faz idéia do que poderíamos ser capazes se fossemos libertados de todas as restrições superpostas, assim reais como imaginárias. Enquanto a nossa obediência a um código moral for automática, não seremos livres. Enquanto nos recusarmos a virar-nos e a enfrentar nossos próprios diabos interiores – seja qual for a forma que possam assumir – não sermos humanos.

 

Sallie Nichols - Jung e o Taro


Blog EntryNem sei..............Jan 16, '08 6:52 PM
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Quer saber? O Mago até agora nada....minha cabeça ta vazia em relação ao arcano e eu simplesmente não estou correndo atrás, sabe pq? Pq eu não to afim! Nos primeiros dias eu me culpei mas, de repente não senti vontade de sair do lugar.Eu só quero contemplar esses dias de verão, sem muito compromisso. Ando meditando, pensando nas minhas convicções anteriores à 2007 e as que se agregaram durante o percurso de Júpiter.

 

Quer saber? Ta muito legal pq parece que estou moldando a minha própria crença, afinal eu sou solitária.......... as vezes por opção...

 

E não é que de repente o Mago me aparece na figura do Rui? Tudo aquilo que eu sempre pedi aos deuses aconteceu. Sempre acreditei q o Rui era mais pagão do que ele declarava mas nunca toquei no assunto com ele, afinal cada um tem seu caminho. Porem de uns tempos pra cá, a sua devoção ao seu pai Anúbis ficou uma coisa clara e concreta, linda de se ver. E foi observando-o que criei coragem para muitas coisas....

 

Bom, o Mago apareceu no meio do convite que o Rui me fez referente às nossas praticas religiosas..... não sei onde isso vai dar, mas mudou tudo aqui.


Blog Entry2008 e PAZ!Jan 2, '08 3:47 PM
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Enquanto muitas pessoas gostam de festas e queima de fogos, aqui em casa eu, minha mãe e meu namorado ficamos quietinhos desfrutando o silencio de uma virada de ano confortável em nossa casa.

 

Foi muito gostoso, a sensação de calor mesmo com a  casa vazia pq cada um fez esse ano o que bem quis. E saber que as pessoas que amamos estão fazendo aquilo que querem é muito gostoso! E fazer aquilo que queremos é melhor ainda! Champagne , algumas coisas para comer e a simplicidade do silêncio.

 

Depois as pessoas chegando da praia com o espírito renova, as saudações e a alegria de se começar um novo ciclo, cheio de sonhos e esperanças.

 

No dia 1º nos reunimos depois de um longo sono para fazer uma cosia bem light que é churrasco em família o que nos fez preparar o lendário vinagrete do meu pai ( receita secreta de família, ho ho ho) molho especial para churrasco e arroz com lentilha ( que ficou meio destoado no churrasco mas, fazer o q?).

 

Parei para olhara  movimentação da minha casa, em paz, em harmonia e fiquei ali olhando e sentindo o como é gosto estar em paz.

 

É essa a palavra que quero para o meu 2008: PAZ!

 

Sim, sim...eu estou feliz!

 

 


Blog EntryVaidadeDec 13, '07 8:45 PM
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Tenho pensado na minha vaidade física ( sou capricorniana, minha vaidade intelectual é enorme). Esse ano deixei de lado meus cabelos que tanto cultivo,pele, unhas, nem sei ao certo o que aconteceu.Deixei de lado minhas observações de moda e estilo, deixei de lado tanta coisa relacionada...

 

Agora nesse dezembro macabro fiquei pensando nesse desleixo meu. Há algumas semanas que venho comprando uns cremes para pele, fazendo-me lembrar que já tenho 30 anos e se quero estar legal com 50 é melhor me cuidar. Abri a minha caixa , fiquei olhando os cremes, sentindo o cheiro, pensando que falta só umzinho para completar a linha toda, pensando em marcar o dermatologista para janeiro.Cremes, limpezas, anti -linhas, essas coisas vão se tornar cotidianamente deliciosas em mim. Porque é bacana se cuidar, se gostar. E capricornianos passam muito tempo em dilemas interiores, esta na hora de olhar para o exterior também.

 

E nem estou chorando pelo dinheiro que gastei e gastarei. São coisas que há um ano eu me lamentaria e talvez nem pensasse, mas as coisas mudaram bastante por aqui.Observo isso nessas atitudes que tenho em relação as vontades súbitas em relação a minha vaidade. Claro que perto de atitudes leoninas, as minhas não são nada. Mas são MINHAS!

 

Porque eu mereço. Porque estou no principio de enamoramento de mim mesma. É a ostra e sua pérola.


Photo AlbumMomentos (20 photos)Oct 17, '07 10:27 AM
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Um pouco de momentos legais, de fotos bonitas repletas de significados.

Blog EntryDo sentirSep 10, '07 7:51 PM
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O sentimento que envolve uma dança, só quem dança é que sabe. Nem sempre... muitas vezes dancei descompromissadamente para algumas pessoas e percebi que elas ficavam meio hipnotizadas. Foi duro aceitar que eu provocava isso no outro. Parece uma esquizofrenia aceitar que a dança eleva a alma e faz com que quem dança e qu

 


em vê a dança, se torne uno à musica, ao passo, ao sentimento.

 

Dando prosseguimento ao post anterior e aproveitando os meus raros momentos de desabafos...

 

Enfim posso ser livre pra dançar o que eu quiser do jeito que eu quiser. Sou de um temperamento burocrático ( pq será??)e pegar esse sentimento de liberdade nas mãos é momento raro então antes que esse cometa passe, eu me agarro em sua cauda e vou por aí.

 

A dança para mim desde o primeiro momento teve um Q de libertação... um dia eu conto como eu vim parar nesse caminho de rodopios. Mas faltava a tecnica, fui atrás e não veio muita coisa boa.

 

Eu creio na dança como a maior manifestação da minha espiritualidade mesmo sendo totalmente contra a essa sacralidade inventada da neo dança do ventre. Hoje vivo um momento meu, sublime e sagrado, uma reconstrução de mim mesma, uma releitura dos meus passos, um sacerdócio silencioso, uma descoberta, uma divindade que vem de dentro pra fora, um silencio escandaloso.É um momento bom e que não merece ser perdido no meio de” 1,2,34...de novo....1,2,3,4”.

 

Continuo dançando, acho que me expressei mal no outro post.

 

Agora a dança faz parte do meu ritual é uma forma de me conectar aos poucos com os ancestrais. È uma forma de dizer: Olha, eu estou aqui, ainda não entendo bem a língua de vcs, mas estou me esforçando.Vamos dançar juntos?

 

Não mais vou me cobrar se esse ou aquele passo está errado. Não mais vou pensar se vou dar conta ou não. Quero rir, apenas rir.

 

Quando Ela Dança

Karen Andes

 

 

Quando ela dança
Se livra da máscara mundana,
Deixa para trás seus sapatos, seus compromissos e suas preocupações
Desliza para dentro do veludo e da exaltação
E deixa sua pele envolvê-la gentilmente,
Como uma luva sobre sua alma.

Quando ela dança
Fecha o exterior,
Abre o interior,
Remove tudo aquilo que é estático
E a dança simplesmente vem.

Quando ela dança
Ela viaja,
Volta para os penhascos de Malta ou Creta,
Para os anéis das pedras druidas,
Ou para a caravana que encontra uma caldeira,
Onde o círculo das irmãs que dançam
E o braço dos largos quadris da Terra
Embalam-na carinhosamente de volta para casa.

Quando ela dança,
Alimenta-se dos valores, guardados por séculos
Nas tumbas lacradas das sacerdotisas e rainhas.
Pois a ira e a majestade sensual e vibrante dessas mulheres deve vir à tona dentro dela,
Ela não sabe. Só sabe que se sente assim quando dança.

Quando ela dança, as vezes o passado se une ao futuro,
E tudo que importa é o momento presente, que parece abranger todos os tempos.
Cada passo torna-se uma rede, na qual captura sua vida,
E a ilumina para que os outros possam ver,
Depois a deixa ir, como um sonho.

É verdade que, geralmente, quando ela dança,
Ela mostra cada parte de sua história
Mas outras vezes, quando ela dança,
Sua história desaparece.
Ela é qualquer pessoa que queira ser quando dança.

Quando ela dança,
E os dias passam sem celebração,
Forma-se uma crosta,
Cresce uma aresta e
Ela fica impaciente com os outros e consigo mesma.
Mas quando ela dança novamente, volta para o templo.
A pressão volta ao normal e ela sorri.

Se olhar bem de perto é difícil dizer
Se ela é jovem, velha ou de meia idade.
Ela não tem uma idade específica,
Mas é a eterna donzela,
No corpo de uma mãe,
Com a alma de uma mulher sábia
E ela permitirá que você a veja por dentro
Quando ela dança.


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