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ReviewReviewReviewReviewReviewO Casamento EgipcioJul 1, '08 10:53 AM
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Category:Other
Se tem uma coisa que gosto de saber é como são os ritos de passagem nas culturas além da minha. Esse texto caiu na minha mão por acaso, ele é pelo que entendi, resultado de uma viagem ao Egito e é feito em varias partes. Coloco aqui a parte relacionada ao casamento no Egito de hoje, no final está o link para quem quiser ler o artigo todo, que se divide em diversos assuntos!

O casamento egípcio é muito bonito. O carro que transporta a noiva é todo enfeitado com flores e fitas coloridas. Normalmente, o casamento acontece às quintas-feiras, véspera do feriado semanal muçulmano.

A festa de casamento egípcio começa com uma "procissão" na rua, a zaffa, com tambores, tamborins e trompetes, que produzem uma música rítmica e ensurdecedora. Mulheres emitem um grito característico, o zagharit, como um trinado, ao agitarem rapidamente a língua - como os gritos de índios que se vê nos filmes de faroeste. Não sei como elas conseguem emitir aquele grito característico, qual a técnica utilizada. Mas é bem interessante.

Na frente da procissão vêm os músicos e dançarinos, vestidos com roupas brancas e vermelhas. As damas de honra, normalmente em número de seis, vestindo roupas brancas e carregando longas velas ou candelabros adornados com fitas e flores, marcham ao lado dos noivos, três de cada lado. Um pequeno garoto ou menina, à frente da zaffa, joga pétalas de rosas vermelhas sobre os noivos.

A noiva usa um longo vestido e véu brancos. A procissão chega ao local da recepção e o casal troca cumprimentos com os convidados, para depois se dirigir à kosha, poltrona prateada com grinaldas de flores, no alto de uma plataforma, para uma melhor vista do salão com os convidados.

Após a recepção, os noivos passam juntos a lailat al-dokla (a primeira noite), na mesma cidade onde ocorreu a recepção. Irão passar a noite num hotel ou num apartamento vazio de algum amigo, porém nunca na casa dos pais, o que é considerado de mau agouro. A noiva dá de presente ao marido pijamas de seda, enquanto ele dá uma peça de jóia.

Enquanto os mais pobres fazem apenas uma zaffa na rua, os ricos alugam hotel 5 estrelas, com custos muitas vezes chegando a mais de 60 mil dólares. A festa é de arromba: bufê sofisticado, lembranças em ouro para os convidados, bolo gigantesco e a khosha decorada que parece um sonho, com cadeiras ricamente enfeitadas, onde ficam os noivos. A zaffa é feita em pleno salão, com muita música, cantos-solo de cantores populares famosos, além dos gritos estridentes imitando índio. E - ponto alto de toda festa egípcia - não pode faltar a dança do ventre, com dançarinas escolhidas a dedo.

No oásis de Siwa, perto da Líbia, as celebrações de casamento duram de 7 a 15 dias. A noiva troca de vestido todo dia. Assim, a partir dos 9 anos, as meninas de Siwa começam a preparar os vestidos de noiva com a ajuda da mãe e da avó.

As noivas dos beduínos do Sinai vestem um véu chamado konaa, decorado com moedas de ouro ou prata, conforme o status financeiro da família. O boro, que cobre a face da noiva, é também decorado com ouro ou prata e é considerado parte do dote.

Cada governadoria do Egito tem sua dança nupcial característica. No Alto Egito, por exemplo, há a dança do tahtib, dança da vareta, na qual dançarinos esgrimam com suas varetas ao som do mizmar, um instrumento de sopro rudimentar.

http://www.webartigos.com/articles/519/1/egito-costumes-e-curiosidades/pagina1.html

ReviewReviewReviewReviewReviewO Guardião dos SonhosJun 16, '08 7:56 AM
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Category:Movies
Genre: Action & Adventure
Vi esse filme e quis colocar aqui, fui procurar informações sobre ele e para minha surpresa só havia descrições medonhas de gente que se diz entendedor de cinema. Acho que os entendedores de cinema não entendem de sentimentos e nem da grandiosidade desse filme. É um filme precário nem de perto chega aos moldes hollywoodianos e por isso ele toca por sua simplicidade, pois prende pela mensagem e não pelos efeitos.

Um velho nativo Lakota, contador de historias resolve dar um jeito de levar seu neto (que pouco se importa com as tradições e está encrencado seriamente). Durante a viagem o velho resolve contar suas historias, pois sabe que elas precisam ser contadas e passadas para as novas gerações e como ele diz: as pessoas só querem ouvir historias.

Esse filme me fez pensar muito na nossa tradição oral, nas coisas que nossos avôs e pais contam e que nós às vezes não damos a devida importância.Quando descobrimos nossas origens através dessas historias passamos por um momento sublime de saber/entender que nossas vidas foram seladas com palavras e que dali a diante temos uma grande responsabilidade em guardar os mistérios da Grande Serpente, dos Guerreiros Crow, da Mulher Céu e o Senhor do Trovão, de tantas historia de amor , guerra e liberdade porque é disso que a vida é feita e não nos damos conta.

Eu sou suspeita para falar qq coisa, sou uma grande apaixonada pelo povo Lakota, fica a dica!

ReviewReviewReviewReviewReviewVermelho como céuMay 9, '08 10:48 AM
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Category:Movies
Genre: Other
ONtem eu fui ao cinema com a turma da faculdade assistir esse filme . Fui meio descrente mas tb fui por estar cansada de assistir filmes do circuito modinha , aqueles que passam só nos cinemas de shopping, sabe como é? Lembrei da Iony que só ia assitir filmes alternativos e além de ter um encontro com uma historia verdadeira de inclusão, encontrei a boa e velha Iony de bons tempo, vivinha e bem!!!

"Crítica do filme "Vermelho como o céu"

Por Reynaldo Domingos Ferreira

Comovente, sem ser piegas, Vermelho como o céu, do cineasta italiano Cristiano Bortone, é um filme que narra, num tratamento convencional, a história verídica de um garoto que, vencendo o preconceito, soube, como deficiente visual, não só se adaptar ao mundo de imagens recriadas por meio de sons e de palavras, como também adquirir sua liberdade e se tornar um homem de sucesso.
É a história de Mirco Mencacci, compositor e renomado editor de som do cinema italiano, que guarda, por sinal, semelhança com a do tenor Andréa Bocelli, de fama internacional. Isso por que ambos, além
de serem naturais da Toscana, ficaram cegos na infância por acidentes que lhes ocorreram, um, por uma queda ao tentar, aos dez anos, apanhar a arma do pai suspensa numa parede da casa e, o outro, por ter nascido com glaucoma congênito, jogando futebol, aos doze anos, foi atingido por uma bola na cabeça.

A diferença é que Mirco (Luca Capriotti) era um garoto pobre que, nos anos setenta, na Itália, por ser deficiente visual, ficou impedido de continuar estudando na escola pública. Por isso, os pais tiveram de levá-lo para uma instituição especializada no ensino de cegos, pelo método Braile, de um grupo católico, na cidade de Gênova, o Instituto Gassone, de tradição de mais de cem anos.
Mirco, porém, se recusa a aprender o Braile por entender, como os seus pais, que não perdera totalmente a visão, uma vez que se sentia ainda capaz de identificar vultos à sua frente. E é assim, em grau de superioridade, que ele se posiciona em relação aos demais garotos cegos da instituição até que o professor, Don Giulio (Paolo Sassanelli), o adverte de que há coisas belas a serem descobertas se ele desenvolver mais os outros sentidos, como o da audição:
- Você nunca observou, Mirco, que muitos instrumentistas fecham os olhos, isto é, anulam a visão, para sentir mais profundamente a música que eles próprios executam? Há cinco sentidos, Mirco. Por que você só quer usar um ? – ele lhe pergunta.
Como Mirco, antes do acidente, gostava de ir ao cinema com o pai, que até se sacrificava para levá-lo às sessões das sextas-feiras, ao descobrir um velho gravador abandonado num armário, ele tenta recuperá-lo para, com a colaboração de amigos, criar histórias sonoras à semelhança das que acompanhava nos filmes. Por ser criativo, ele desperta, entretanto, a ira do diretor do estabelecimento, também um deficiente visual, mas um ser retrógrado e muito ranzinza. Mirco recebe, contudo, o apoio de Don Giulio, que o presenteia com um gravador novo para continuar criando suas histórias."


ReviewReviewReviewReviewReviewHellsingMay 6, '08 10:44 AM
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Category:Movies
Genre: Animation
Eu adentrando o fantastico mundo dos animes!!!!Acabei de assitir a serie desse anime toda, sao 13 capitulos( era um mangá que virou anime) e fiquei completamente apaixonada!Quem quiser saber mais:

Hellsing é um mangá que descreve uma batalha secreta entre humanos, vampiros e outras criaturas sombrias. A trama é bastante complexa, envolvendo conspiração, religião, paranormalidade e alianças das mais inimagináveis. A maior arma que os humanos possuem é o Alucard, um vampiro superpoderoso (olhe bem o nome e adivinhe qual!), domado no passado pelo Van Hellsing e restrito por uma série de feitiços que fazem o monstro ficar “bonzinho”, mas limitam seu poder. Volta e meia alguma dessas restrições precisa ser liberada para que ele possa dar conta dos inimigos, ai…

Destaque para o Alucard que puta que pariu................ai...ai...



ReviewReviewReviewReviewReviewNative PassageMar 16, '08 7:44 PM
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Category:Music
Genre: New Age
Artist:Robbie Robinson
Achei isso uma vez no falecido blog de um grande amigo. Sempre que precisod e algo eu cantarolo comoa voz de fundo na musica. O link está testado para quem quiser ouvir.Eis a letra:

We do not own all that is given to us
We Come Only in Passing
All we have belongs to you
On this Journey we Eat, Sleep & Dream
And whenever You are Ready,
we will Come Home to You
We Praise You

Nós não possuímos tudo o que nos é dado
Nós estamos apenas de passagem
Tudo o que possuímos pertence a Vós
Nesta Jornada nós comemos , dormimos & sonhamos
E sempre que for Vossa escolha,
nós tornaremos para Casa, para Vós.
Louvemos ao Grande Espírito...

http://hometown.aol.com/jesusandsue8/NativePassageRobbieRobinson.wav

ReviewReviewReviewReviewReviewMarley & EuMar 16, '08 7:39 PM
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Category:Books
Genre: Biographies & Memoirs
Author:JOHN GROGAN
Todo mundo ja viu ese livro na prateleira de Best Sellers das livrarias. Um dia eu vi li um pedacinho e me encantei. Não comprei. No Natal minha mãe me deu o livro e essa semana e o devorei. Quem me conehce sabe o quanto eu adoro cães, eles me fazem rir, me fazem chorar, me fazem ver que existe amor no mundo. Alias, eu me acho um cão que nasceu no corpo errado....rsÉ livro que me fez riri muito e chorar também, por coiss que só quem tem cães é que sabe. Eu recomendo a leitura!

"John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. "

ReviewReviewReviewReviewReviewRecolhendo os OssosJan 17, '08 6:36 PM
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Category:Other
Recolhendo Ossos - LA LOBA
Existe uma velha que vive num lugar oculto de que todos sabem, mas poucos já viram. Como nos contos de fadas da Europa Ocidental, ela parece esperar que cheguem até ali pessoas que se perderam, que estão vagueando ou a procura de algo.
Ela é circunspecta, quase sempre cabeluda e invariavelmente gorda, e se demonstra especialmente querer evitar a maioria das pessoas. Ela sabe crocitar e cacarejar, apresentando geralmente mais sons animais do que humano.
Dizem que ela vive entre os declives de granito decomposto no território dos índios tarahumara. O único trabalho de La Loba é recolher ossos. Sabe-se que ela recolhe e conserva especialmente o que corre risco de se perder para o mundo. Sua caverna é cheia sos ossos de todos os tipos de criaturas do deserto; o veado, a cascavel, o corvo. Dizem, porem que sua especialidade reside nos lobos.
Ela se arrasta sorrateira e esquadrinha as montanhas e os arroios, leitos secos de rios, à procura de ossos de lobos e, quando consegue reunir um esqueleto inteiro, quando o ultimo osso está no lugar e a bela escultura branca da criatura está disposta à sua frente, ela se senta junto ao fogo e pensa na canção que irá cantar.
Quando se decide, ela se levanta e aproxima-se das criaturas, ergue seus braços sobre o esqueleto e começa a cantar. È aí que os ossos das costelas e das pernas do lobo começaram a se forrar de carne, e que a criatura começa a se cobrir de pêlos. La Loba canta um pouco mais, e uma proporção maior da criatura ganha vida. Seu rabo forma uma curva para cima, forte e desgrenhado.
La Loba, canta mais, e a criatura-lobo começa a respirar.
E La Loba ainda canta, com tanta intensidade que o chão do deserto estremece, e enquanto canta, o lobo abre os olhos, dá um salto e sai correndo pelo desfiladeiro.
Em algum ponto da corrida, quer pela velocidade, por atravessar um rio respingando água, quer pela incidência de um raio de sol ou de luar sobre seu flanco, o lobo de repente é transformado numa pessoa que ri e corre livremente na direção do horizonte.
Por isso, diz-se que, se você estiver perambulando pelo deserto, por volta do pôr do sol, e quem esteja um pouco perdido, cansado, sem duvida você tem sorte, porque La Loba pode simpatizar com você e lhe ensinar algo – algo da alma.
Adaptação Clarissa Pinkola Estes (Mulheres que correm com os Lobos – Editora Rocco)

ReviewReviewReviewReviewReviewA canção do AlbatrozJan 17, '08 6:32 PM
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"Sobre a superfície cinzenta do mar,
O vento reúne
Pesadas nuvens.
Semelhante a um raio negro,
Entre as nuvens e o mar,
Paira orgulhoso o albatroz,
Mensageiro da tempestade.
E ora são as asas tocando as ondas,
Ora é uma flecha rasgando as nuvens,
Ele grita.
E as nuvens escutam a alegria
No ousado grito do pássaro.
Nesse grito - sede de tempestade!
Nesse grito - as nuvens escutam a fúria,
A chama da paixão,
A confiança na Vitória.
As gaivotas gemem diante da tempestade,
Gemem e lançam-se ao mar,
Para lá no fundo esconderem
O pavor da tempestade.
E os mergulhões também gemem.
A eles, mergulhões,
É inacessível a delícia da luta pela vida:
O barulho do trovão os amedronta...
O tolo pingüim, timidamente
Esconde seu corpo obeso entre as rochas...
Apenas o orgulhoso albatroz voa,
Ousado e livre sobre a espuma cinzenta do mar.
Tonitroa o trovão.
As ondas gemem na espuma da fúria.
E discutem com o vento.
Eis que o vento
Abraça uma porção de ondas
Com força e lança-as
Com maldade selvagem nas rochas,
Espalhando-as como a poeira,
Respingando uma noite de esmeraldas.
O albatroz paira a gritar
Como um raio negro,
Rompendo as nuvens como uma flecha,
Levantando espuma com suas asas.
Ei-lo voando rápido como um demônio;
Orgulhoso e negro demônio da tempestade;
Ri das nuvens, soluça de alegria!
Ele - sensível demônio -
Há muito vem escutando
Cansaço na fúria do trovão.
Tem certeza de que as nuvens não escondem,
Não, não escondem...
Uiva o vento... Ribomba o trovão...
Sobre o abismo do mar,
Um monte de nuvens pesadas
Brilham como centelhas.
O mar pega as flechas de relâmpagos
E as apaga em sua voragem.
Parecem cobras de fogo.
Os reflexos desses raios,
Rastejando sobre o mar e desaparecendo.
_ Tempestade!
Breve rebentará a tempestade!
Esse corajoso albatroz
Paira altivo entre os raios
E sobre o mar furiosamente urrando
Então grita o profeta da Vitória:
QUE MAIS FORTE ARREBENTE A TEMPESTADE!"


Em 1901, Máximo Gorki escreveu este belo poema sentindo o tempo que vivia e do qual se avizinhava poderosa tempestade revolucionária na Rússia heróica de seu tempo. A palavra albatroz (burieviestnik) em russo pode ser traduzida como mensageiro (viéstnik) da tempestade (buria), por ser ele o único animal que sai alegremente a voar e sente-se perfeitamente à vontade em meio a qualquer tormenta. A mensagem é clara: no meio do caos, não devemos temer as tempestades, mas voar com elas e contribuir para que elas transformem efetivamente o mundo!


ReviewReviewReviewReviewPucheroOct 26, '07 2:52 PM
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Essa receita é tradicional na minha familia. Fica uma delicia e é bem adequada para esses dias de chuva!Nunca esqueça do pao, que acompanha os espanhois em tudo!rsrs

Ingredientes:

- 500 gr de grão-de-bico
- 750 gr de coxão-mole em cubos médios
- 100 gr de toucinho em cubos pequenos
- 1 unidade(s) de paio em rodelas
- 1 unidade(s) de lingüiça calabresa defumada em rodelas
- 2 unidade(s) de tomate picado(s), sem pele(s), sem sementes
- 3 unidade(s) de cenoura em cubos pequenos(opcional)
- 4 colher(es) (sopa) de óleo de soja
- 1 unidade(s) de cebola picada(s)
- 1 tablete(s) de caldo de carne
- 1 colher(es) (sopa) de salsinha picada(s)
- Todos os pertences de porco defumados q forem possiveis!rs

Mode de preparo

Deixe o grão-de-bico de molho de um dia para o outro. No dia seguinte, cozinhe em panela de pressão por 30 minutos. Aqueça o óleo em uma panela e frite a cebola até dourar. Acrescente, aos poucos, a carne, o toucinho, o paio, a lingüiça e o tomate. Deixe refogar por alguns minutos. Junte a cenoura e o caldo de carne, e deixe cozinhar, acrescentando água fervente, se necessário.
Quando a carne estiver cozida, junte o grão-de-bico escorrido e cozinhe por mais 15 minutos. Enfeite com salsinha e sirva bem quente.

ReviewReviewReviewReviewReview****LATINHAS RECICLADAS****Aug 17, '07 5:05 PM
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Fico pensando nas coisas q temos em casa e pode reaproveitar.Aprendi essa tecnica pesquisando na net e gosto muito pq fica um trabalho muito fofo e delicado.Aí vai o passo a passo.Caso tenha duvida, deixe seu recado!

1 - Limpe a lata com pano e vinagre branco
2- Passe uma demão generosa Metal Primer (à base de água). Deixe a lata "descansar" por no mínimo 3 dias antes de pintar, para que ela não descasque depois
3- Depois pinte com tinta PVA, duas demãos na cor desejada.
4 - Após isso, fiz os desenhos com molde vazado (stêncil) ou decoupage e finalize com duas demãos de verniz acrilico, o mesmo da madeira

Eu uso latinhas de Pomarola, Nescau, leite em pó e por aí vai a criatividade. A foto não é de trabalho meu, é só pra ter uma ideia.


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